sexta-feira, 13 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

Sabado Jantar de agradecimento ao pessoal que participou na Trupe "O povo superior"

























Restaurante Casa de Pasto O Caroto

Tipo de Cozinha: Casa Pasto, Regional Portuguesa

Especialidade da Casa: Arroz Pato, Arroz Tamboril, Bacalhau c/ Natas, Bacalhau no Forno, Cabrito Assado no Forno, Ensopado Borrego






Também foi bom a ideia do bacalhau lol



























quarta-feira, 11 de março de 2009

PARABÉNS granda Pedro Tomás

Editor SB recebe prémio Mancha Negra




















Entre nós é o Rafa, o "gajo" que há meio ano conseguiu convencer outros três a que fossem com ele à Madeira apoiar a Briosa.
Ele e o Fábio (que também é como se fosse da casa) foram ontem homenageados com a entrega do Prémio Mancha Negra, que premeia os adeptos que se destacaram ao longo do ano naquilo que é sentir a Briosa e em especial a claque.
Mesmo sem ninguém estar à espera, o que é certo é que é um prémio mais do que merecido para quem sente a Briosa como eles. Quem por exemplo trabalha no Verão (e a levantar de madrugada) para ver a Briosa o resto do ano ou quem vende bilhetes ao preço que lhe entregam, sem ganhar um cêntimo entre muitos outros esforços e aventuras... Isto é ser da Briosa, é ser diferente, é ser MAIOR!
Passe a suspeição do falarmos de quem é "da casa", os nossos maiores parabéns ao Fábio e em especial ao nosso editor Rafa. Simplesmente...Briosa!



Com a devida vénia ao Simplesmente Briosa

domingo, 8 de março de 2009

É facil falar com Ele!

Ainda não foi desta

V. Guimarães-Belenenses, 3-1























Preocupações de ambos os lados com o resvalar desportivo entre duas equipas imperfeitas e concentradas em não perder partida de média dimensão.

Abaixo do esperado e obrigados à urgência, a vida não corria especialmente bem às duas equipas. O V. Guimarães sentiu-se forçado a ganhar, após quatro desaires consecutivos, mas os avançados não fizeram muito diferente daquilo que apresentaram nas últimas partidas e apesar da posse e circulação de bola, começaram por reforçar a pouca capacidade para marcar frente a um Belenenses agoniado na classificação, com futuro incógnito e falto de pontos para respirar melhor no «buraco».

Cedo se percebeu que toda a envolvência do Estádio Dom Afonso Henriques com mais de 20 mil nas bancadas se transformara numa câmara de tortura para as intervenções de alguns intérpretes. Faltou auto-confiança a brancos e azuis para marcar mais golos na 1.ª parte, entre outros aspectos. Mas o Belenenses começou melhor a partida e traduziu perigo nas intenções de Silas, Wender e Roncatto.

O 4x3x3 de Jaime Pacheco demonstrou ainda boa organização defensiva e conseguiu travar o flanco esquerdo do V. Guimarães, habitualmente mais perigoso. Em suma, obrigou o adversário a centralizar o seu jogo.

Tem mérito, no entanto, o interesse do Belenenses a tentar praticar um futebol com mais ordem e clareza. Mas faltou maior espontaneidade aos homens de Pacheco.

Já o 4x2x3x1 de Manuel Cajuda mostrou sempre grandes dificuldades para bater duas linhas fortes de defesas a empatar o caminho para a baliza de Júlio César que garantiu o nulo durante 39 minutos. Acresce que o V. Guimarães abriu o activo com muita sorte e às duas tabelas: Moreno bateu um livre pleno de
força na esquerda e a bola tabelou em Gregory antes de entrar na baliza. O Belenenses saiu para o intervalo a perder de forma inglória.

Festival do golo

Nas mudanças de cosmética ao intervalo, Jaime Pacheco começou por ser mais feliz. Fez entrar José Pedro, Baiano e a equipa ganhou maior profundidade. As alterações bem cedo produziram efeitos e José Pedro soube aproveitar a má posição do meio-campo adversário para disparar um remate que deixou Nilson mal na fotografia (1-1, 46m).

Com a pressão alta a rebentar nas bancadas, o nível da partida acresceu com duas equipas mais direitas ao golo na 2.ª parte. Assim, perante a exigência crescente do público, o V. Guimarães procurou mais insistentemente o ataque e foi capaz de intimidar a baliza adversária através do talento e chama de Desmarets e Nuno Assis, duas unidades a correr selvagem por cima dos defeitos e a compensar a falta de ideias de uma equipa que produziu variados ataques laterais, muitos centros, mas quase sempre desbaratados pela falta de um qualquer avançado concretizador.

Faltava alguém capaz de pagar as promessas de uma linha média agitada e com abundantes remates à entrada da área, até João Alves marcar o 2-1 através de um remate com o pé esquerdo na zona da meia-lua, após boa jogada de Desmarets desenvolvida no flanco esquerdo.

O Belenenses tentou reagir, mas acabou por sofrer mais um golo, após nova cavalgada de Nuno Assis, desta vez, pela direita do ataque a convidar Desmarets a aplicar um remate de pé fino ao segundo poste que só parou no fundo das «malhas».

O Belenenses apagou-se a pouco e pouco e pagou caro os imprevistos do jogo e a falta de soluções para marcar jogadores-chave como foram Desmarets e Nuno Assis. Dois jogadores que capitalizaram a reacção vibrante do V. Guimarães.

Os homens de Manuel Cajuda com vantagem larga no marcador estabilizou os níveis emocionais, ainda que tenha faltado saber controlar melhor a posse de bola frente a um Belenenses que saiu da partida de mãos a abanar, mas sem ser inferior nas várias fases do jogo propriamente dito.

2º Domingo - Tempo da Quaresma
























TEMA
As leituras deste domingo convidam-nos a reflectir sobre a nossa “transfiguração”, a nossa conversão à vida nova de Deus; nesse sentido, são-nos apresentadas algumas pistas.

A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo do crente. Com Abraão, somos
convidados a “acreditar”, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às
promessas.

A segunda leitura convida-nos a renunciar a essa atitude de orgulho, de autosuficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos; a nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o signo da cruz, isto é, do amor e da entrega da vida.

O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Filho amado do Pai, cujo êxodo (a morte na
cruz) concretiza a nossa libertação. O projecto libertador de Deus em Jesus não se
realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em Homens Novos.

LEITURA I – Gen 15,5-12.17-18
Naqueles dias,
Deus levou Abrão para fora de casa e disse-lhe:
«Olha para o céu e conta as estrelas, se as puderes contar».
E acrescentou:
«Assim será a tua descendência».
Abrão acreditou no Senhor, o que lhe foi atribuído em conta de justiça.
Disse-lhe Deus:
«Eu sou o Senhor que te mandou sair de Ur dos caldeus,
para te dar a posse desta terra».
Abrão perguntou:
«Senhor, meu Deus, como saberei que a vou possuir?»
O Senhor respondeu-lhe:
«Toma uma vitela de três anos,
uma cabra de três anos e um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho».
Abrão foi buscar todos esses animais, cortou-os ao meio
e pôs cada metade em frente de outra metade; mas não cortou as aves.
Os abutres desceram sobre os cadáveres, mas Abrão pô-los em fuga.
Ao pôr do sol, apoderou-se de Abrão um sono profundo, enquanto o assaltava um grande e escuro terror.
Quando o sol desapareceu e caíram as trevas,um brasido fumegante e um archote de fogo passaram entre os animais cortados.
Nesse dia, o Senhor estabeleceu com Abrão uma aliança, dizendo:
«Aos teus descendentes darei esta terra, desde o rio do Egipto até ao grande rio Eufrates».


A primeira leitura de hoje faz parte das chamadas “tradições patriarcais” (Gn 12-36).
São “tradições” que misturam “mitos de origem” (descreviam a “tomada de posse” de um lugar pelo patriarca do clã), “lendas cultuais” (narravam como um deus tinha aparecido nesse lugar ao patriarca do clã), indicações mais ou menos concretas sobre a vida dos clãs nómadas que circularam pela Palestina e reflexões teológicas posteriores destinadas a apresentar aos crentes israelitas modelos de vida e de fé.
Os clãs referenciados nas “tradições patriarcais” – nomeadamente os de Abraão,
Isaac e Jacob – tinham os seus sonhos e esperanças. O denominador comum desses sonhos era a esperança de encontrar uma terra fértil e bem irrigada, bem como possuir uma família forte e numerosa que perpetuasse a “memória” da tribo e se impusesse aos inimigos. O deus aceite pelo grupo era o potencial concretizador desse ideal.
É neste “ambiente” que este texto nos coloca. Diante de Deus, Abraão lamenta-se (cfr. Gn 15,2-3) porque a sua vida está a chegar ao fim e o seu herdeiro será um servo – Eliezer (conhecemos contratos do séc. XV a. C. onde se estipula, em caso de falta de filhos, a adopção de escravos que, por sua vez, se comprometiam a dar ao seu senhor uma sepultura conveniente. Parece ser a esse costume que o texto alude). Qual será a resposta de Deus ao lamento de Abraão?


A primeira parte deste texto começa com Deus a responder a Abraão e a garantir-lhe uma descendência numerosa “como as estrelas do céu” (vers. 5). Na sequência, o narrador deixa Abraão a contemplar em silêncio o céu estrelado e volta-se para o leitor, comunicando-lhe os seus próprios juízos teológicos (vers. 6): Abraão acreditouem Jahwéh e, por isso, o Senhor considerou-o como justo. A fé (usa-se o verbo “’aman”, que significa “estar firme”, “ser leal”, “acreditar plenamente”) de que aqui se fala traduz uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios de Deus; a justiça é um conceito relacional, que exprime um comportamento correcto no que diz respeito a uma relação comunitária existente: aqui, significa o reconhecimento de que Abraão teve um comportamento correcto na sua relação com Jahwéh, ao confiar totalmente em Deus e ao aceitar os seus planos sem qualquer dúvida ou discussão.
Há ainda o complemento habitual da promessa: a garantia de uma terra (vers. 7). Os dois temas – descendência e posse da terra – andam associados, nestes casos.
A segunda parte do texto apresenta Deus a fazer os preparativos de um misterioso
cerimonial. Trata-se de um rito de conclusão de uma aliança, conhecido sob esta ou outra forma semelhante em numerosos povos antigos: cortavam-se os animais em dois e colocavam-se as duas metades frente a frente; quem subscrevia a aliança passava entre as duas metades de animais e pronunciava contra si próprio uma espécie de maldição, para o caso de ser responsável pela quebra do pacto. Seguindo o modo como entre os homens se garantia a máxima firmeza contratual, o catequista bíblico acentua a ideia de um compromisso solene e irrevogável que Deus assume com Abraão. A promessa de Deus fica assim totalmente garantida.
Repare-se, ainda, num outro pormenor: Deus não exigiu nada a Abraão, em troca,
nem Abraão teve que passar no meio dos animais mortos (só Deus passou, no “fogo ardente”). A promessa de Deus a Abraão é, pois, totalmente gratuita e incondicional.

Considerar, para reflexão, os seguintes elementos:
¨ Apesar da contínua reafirmação das promessas, Abraão está velho, sem filhos,
sem a terra sonhada e a sua vida parece condenada ao fracasso. Seria natural
que Abraão manifestasse o seu desapontamento e a sua frustração diante de
Deus; no entanto, a resposta de Abraão é confiar totalmente em Deus, aceitar os
seus projectos e pôr-se ao serviço dos desígnios de Jahwéh. É esta mesma
confiança total que marca a minha relação com Deus? Estou sempre disposto –
mesmo em situações que eu não compreendo – a entregar-me nas mãos de Deus
e a confiar nos seus desígnios?
¨ O Deus que se revela a Abraão é um Deus que se compromete com o homem e
cujas promessas são garantidas, gratuitas e incondicionais. Diante disto, somos
convidados a construir a nossa existência com serenidade e confiança, sabendo
que nos meio das tempestades que agitam a nossa vida ele está lá, acompanhando-nos, amando-nos e sendo a rocha segura a que nos podemos
agarrar quando tudo o resto falhou.

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 26 (27)

Refrão: O Senhor é a minha luz e a minha salvação.
O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo?
Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,
tende compaixão de mim e atendei-me.
Diz-me o coração: «Procurai a sua face».
A vossa face, Senhor, eu procuro.
Não escondais de mim o vosso rosto,
nem afasteis com ira o vosso servo.
Não me rejeiteis nem abandoneis,
meu Deus e meu Salvador.
Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem coragem e confia no Senhor.

LEITURA II – Filip 3,17-4,1

Irmãos:
Sede meus imitadores e ponde os olhos naqueles
que procedem segundo o modelo que tendes em nós.
Porque há muitos, de quem tenho falado várias vezes e agora falo a chorar,
que procedem como inimigos da cruz de Cristo.
O fim deles é a perdição: têm por deus o ventre, orgulham-se da sua vergonha
e só apreciam as coisas terrenas.
Mas a nossa pátria está nos Céus, donde esperamos, como Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo miserável, para o tornar semelhante ao seu corpo glorioso, pelo poder que Ele tem de sujeitar a Si todo o universo.
Portanto, meus amados e queridos irmãos, minha alegria e minha coroa,
permanecei firmes no Senhor.

Na prisão (em Éfeso?), Paulo agradece aos Filipenses a preocupação manifestada
(eles até enviaram dinheiro e um membro da comunidade para ajudar Paulo no
cativeiro), dá notícias, exorta-os à fidelidade e põe-nos de sobreaviso em relação aos falsos pregadores do Evangelho de Jesus. Estamos no ano 56/57, provavelmente.
O texto que nos é proposto como segunda leitura faz parte de um longo
desenvolvimento (cf. Flp 3,1-4,1), no qual Paulo avisa os Filipenses para que tenham cuidado com “os cães”, os “maus obreiros”, os falsos circuncidados” (cf. Flp 3,2).
Quem são estes, a quem Paulo se refere de uma forma tão pouco delicada? Muito
provavelmente são esses cristãos de origem judaica (“judaizantes”) que se
consideravam os únicos perfeitos e detentores da verdade, que exigiam aos cristãos o cumprimento da Lei de Moisés e que, dessa forma, lançavam a confusão nas comunidades cristãs do mundo helénico. As duras palavras de Paulo resultam da sua revolta diante daqueles que, com a sua intolerância, com o seu orgulho e autosuficiência, confundiam os cristãos e punham em causa o essencial da fé (o
Evangelho não é o cumprimento de ritos externos, mas a adesão à proposta gratuita de salvação que Deus nos faz em Jesus).

Os Filipenses têm diante de si dois possíveis e muito diferentes exemplos a seguir.
Um é o de Paulo, que se considera um atleta de fundo, que já começou a sua corrida, mas tem consciência de que ainda não atingiu a meta; outro é o desses pregadores “judaizantes” que alardeiam participar já, de forma plena e definitiva, no triunfo de Cristo. Paulo recusa este triunfalismo e não duvida em pedir aos Filipenses que não imitem o exemplo de orgulho desses pregadores, mas o exemplo do próprio Paulo.
Aos Filipenses e a todos os cristãos, Paulo avisa que em nenhum caso devem
considerar-se como atletas já vitoriosos e coroados de glória, mas como atletas em plena competição, esperando alcançar a meta e a vitória. A salvação não está
consumada; encontra-se ainda em processo de gestação. É um processo em que o
cristão vai amadurecendo progressivamente, sob o signo da cruz de Cristo.
Quanto a esses, “cujo deus é o ventre” (Paulo visa aqui, com alguma ironia, as
observâncias alimentares dos “judaizantes”), que põem o “orgulho na sua vergonha” (sem dúvida, a circuncisão, sinal da pertença ao “povo eleito”) e “colocam o seu coração nas coisas terrenas” (alguns pensam que Paulo se refere, aqui, a certas práticas libertinas), esses esqueceram o essencial e estão condenados à perdição (vers. 19).
O nosso destino definitivo, segundo Paulo, não é um corpo corruptível e mortal, mas um corpo transfigurado pela ressurreição. Como garantia de que será assim, temos Jesus Cristo, Senhor e salvador.

Na reflexão deste texto, ter em conta as seguintes linhas:
¨ Neste tempo de transformação e renovação, somos convidados pela Palavra de
Deus a ter consciência de que a nossa caminhada em direcção ao Homem Novo
não está concluída; trata-se de um processo construído dia a dia sob o signo da
cruz, isto é, numa entrega total por amor que subverte os nossos esquemas
egoístas e comodistas.
¨ Considerar-se (como os “judaizantes” de que Paulo fala) como alguém que já
atingiu a meta da perfeição pela prática de alguns ritos externos (as normas
alimentares e a circuncisão, para os “judaizantes”, ou as práticas de jejum e
abstinência, para os cristãos), é orgulho e auto-suficiência: significa que ainda não percebemos onde está o essencial – na mudança do coração. Só a transformação radical do coração nos conduzirá a essa vida nova, transfigurada pela ressurreição.

ACLAMAÇÃO ANTES DO EVANGELHO

Refrão 1: Louvor e glória a Vós, Jesus Cristo Senhor.
Refrão 2: Glória a Vós, Jesus Cristo, Sabedoria do Pai.
Refrão 3: Glória a Vós, Jesus Cristo, Palavra do Pai.
Refrão 4: Glória a Vós, Senhor, Filho do Deus vivo.
Refrão 4: Louvor a Vós, Jesus Cristo, rei da eterna glória.
Refrão 6: Grandes e admiráveis são as vossas obras, Senhor.
Refrão 7: A salvação, a glória e o poder a Jesus Cristo, Nosso Senhor.
No meio da nuvem luminosa, ouviu-se a voz do Pai:
«Este é o meu Filho muito amado: escutai-O».

EVANGELHO – Lc 9,28b-36

Naquele tempo,
Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago
e subiu ao monte, para orar.
Enquanto orava,
alterou-se o aspecto do seu rosto
e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente.
Dois homens falavam com Ele:
eram Moisés e Elias,
que, tendo aparecido em glória,
falavam da morte de Jesus,
que ia consumar-se em Jerusalém.
Pedro e os companheiros estavam a cair de sono;
mas, despertando, viram a glória de Jesus
e os dois homens que estavam com Ele.
Quando estes se iam afastando,
página 6
Pedro disse a Jesus:
«Mestre, como é bom estarmos aqui!
Façamos três tendas:
uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias».
Não sabia o que estava a dizer.
Enquanto assim falava,
veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra;
e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem.
Da nuvem saiu uma voz, que dizia:
«Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O».
Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho.
Os discípulos guardaram silêncio
e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.


Estamos no final da “etapa da Galileia”; durante essa etapa, Jesus anunciou a
salvação aos pobres, proclamou a libertação aos cativos, fez os cegos recobrar a
vista, mandou em liberdade os oprimidos, proclamou o tempo da graça do Senhor (cf. Lc 4,16-30). À volta de Jesus já se formou esse grupo dos que acolheram a oferta da salvação (os discípulos). Testemunhas das palavras e dos gestos libertadores de Jesus, eles já descobriram que Jesus é o messias de Deus (cf. Lc 9,18-20). Também já ouviram dizer que o messianismo de Jesus passa pela cruz (cf. Lc 9,21-22) e que os discípulos de Jesus devem seguir o mesmo caminho de amor e de entrega da vida (cf. Lc 9,23-26); mas, antes de subirem a Jerusalém para testemunhar a erupção total da salvação, recebem a revelação do Pai que, no alto de um monte, atesta que Jesus é o Filho bem amado. Os acontecimentos que se aproximam ganham, assim, novo sentido. Para o homem bíblico, o “monte” era o lugar sagrado por excelência: a meio caminho entre a terra e o céu, era o lugar ideal para o encontro do homem com o mundo divino. É, portanto, no monte que Deus se revela ao homem e lhe apresenta os seus
projectos.

O relato da transfiguração de Jesus, mais do que uma crónica fotográfica de
acontecimentos, é uma página de teologia; aí, apresenta-se uma catequese sobre
Jesus, o Filho amado de Deus, que através da cruz concretiza um projecto de vida.
O episódio está cheio de referências ao Antigo Testamento. O “monte” situa-nos num contexto de revelação (é “no monte” que Deus se revela e que faz aliança com o seu Povo); a “mudança” do rosto e as vestes de brancura resplandecente recordam o resplendor de Moisés, ao descer do Sinai (cf. Ex 34,29); a nuvem indica a presença de Deus conduzindo o seu Povo através do deserto (cf. Ex 40,35; Nm 9,18.22;10,34). Moisés e Elias representam a Lei e os Profetas (que anunciam Jesus e que permitem entender Jesus); além disso, são personagens que, de acordo com a catequese judaica, deviam aparecer no “dia do Senhor”, quando se manifestasse a salvação definitiva (cf. Dt 18,15-18; Mal 3,22-23). Eles falam com Jesus sobre a sua “morte” (“exodon” – “partida”) que ia dar-se em Jerusalém. A palavra usada por Lucas situanos no contexto do “êxodo”: a morte próxima de Jesus é, pois, vista por Lucas como uma morte libertadora, que trará o Povo de Deus da terra da escravidão para a terra da liberdade.
A mensagem fundamental é, portanto, esta: Jesus é o Filho amado de Deus, através de quem o Pai oferece aos homens uma proposta de aliança e de libertação. O Antigo Testamento (Lei e Profetas) e as figuras de Moisés e Elias apontam para Jesus e anunciam a salvação definitiva que, nele, irá acontecer. Essa libertação definitiva dar se-á na cruz, quando Jesus cumprir integralmente o seu destino de entrega, de dom, de amor total. É esse o “novo êxodo”, o dia da libertação definitiva do Povo de Deus.
E o “sono” dos discípulos e as “tendas”? O “sono” é simbólico: os discípulos “dormem” porque não querem entender que a “glória” do messias tenha de passar pela experiência da cruz e da entrega da vida; a construção das “tendas” (alusão à “festa das tendas”, em que se celebrava o tempo do êxodo, quando o Povo de Deus habitou em “tendas, no deserto?) parece significar que os discípulos queriam deter-se nesse momento de revelação gloriosa, de festa, ignorando o destino de sofrimento de Jesus.

Reflectir a partir das seguintes linhas:
¨ O facto fundamental deste episódio reside na revelação de Jesus como o Filho
amado de Deus, que vai concretizar o plano salvador e libertador do Pai em favor
dos homens através do dom da vida, da entrega total de si próprio por amor. É
dessa forma que se realiza a nossa passagem da escravidão do egoísmo para a
liberdade do amor. A “transfiguração” anuncia a vida nova que daí nasce, a
ressurreição.
¨ Os três discípulos que partilham a experiência da transfiguração, recusam-se a
aceitar que o triunfo do projecto libertador do Pai passe pelo sofrimento e pela
cruz. Eles só concebem um Deus que se manifesta no poder, nas honras, nos
triunfos; e não entendem um Deus que se manifesta no serviço, no amor que se
dá. Qual é o caminho da Igreja de Jesus (e de cada um de nós, em particular): um
caminho de busca de honras, de busca de influências, de promiscuidade com o
poder, ou um caminho de serviço aos mais pobres, de luta pela justiça e pela
verdade, de amor que se faz dom? É no amor e no dom da vida que buscamos a
vida nova aqui anunciada?
¨ Os discípulos, testemunhas da transfiguração, parecem também não ter muita
vontade de “descer à terra” e enfrentar o mundo e os problemas dos homens.
Representam todos aqueles que vivem de olhos postos no céu, mas alheados da
realidade concreta do mundo, sem vontade de intervir para o renovar e
transformar. No entanto, a experiência de Jesus obriga a continuar a obra que ele
começou e a “regressar ao mundo” para fazer da vida um dom e uma entrega aos
homens nossos irmãos. A religião não é um “ópio” que nos adormece, mas um
compromisso com Deus que se faz compromisso de amor com o mundo e com os
homens.

ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS PARA O 2º DOMINGO DA QUARESMA

1. A liturgia meditada ao longo da semana.
Ao longo dos dias da semana anterior ao 2º Domingo da Quaresma, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa comunidade religiosa…

2. Arranjar um tempo de contemplação.
Ao longo da celebração, arranjar um verdadeiro tempo de contemplação silenciosa (seja depois da homilia, seja depois da comunhão), um tempo que será introduzido de maneira a ser um “coração a coração” com Cristo transfigurado, “ele que transformará o nosso corpo miserável, para o tornar semelhante ao seu corpo glorioso” (segunda leitura).

3. Oração na lectivo divina.
Na meditação da Palavra de Deus (lectio divina), pode-se prolongar o acolhimento das leituras com a oração.

No final da primeira leitura:
“Deus de Abraão, Deus de nossos pais na fé, nós Te reconhecemos como o Pai do
Povo inumerável dos crentes, que tu multiplicaste como as estrelas do céu e a areia do deserto. Nós Te bendizemos.
Nós Te pedimos por todos os crentes que se reconhecem filhos de Abraão em
diferentes confissões. Que o teu Espírito nos guie para a unidade”.

No final da segunda leitura:
“Pai, nós Te damos graças, porque nos nomeaste cidadãos dos céus e nos deste os
modelos de Jesus e dos Apóstolos para nos guiar.
Que o teu Espírito, pelo seu poder, transforme os nossos pobres corpos à imagem do corpo glorioso de teu Filho, que esperamos como Salvador. Confirma a nossa
esperança”.

No final do Evangelho:
“Deus de luz, bendito sejas por estes momentos de oração em cada domingo. Tu nos transportas sobre a montanha, com Jesus e os discípulos. É bom estarmos aqui, na tua presença.
Nós Te pedimos: abre o coração e o espírito de todos os fiéis cristãos à Palavra viva do teu Filho bem-amado, para que o escutemos”.

4. Oração Eucarística.

A Oração Eucarística III adapta-se bem à liturgia deste domingo.

5. Palavra para o caminho.

«Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O»…
O catecismo de muitos de entre nós está bem distante, a nossa bagagem religiosa
talvez esteja leve: eis a Quaresma, a ocasião para recuperar energias.
Como? Trata-se de ir às fontes, aos fundamentos!
Esta fonte é Jesus Cristo. “Escutai-O”, diz a voz que se faz ouvir das nuvens: vinde
beber a sua Palavra!
Abrimos o Livro onde corre esta fonte de água viva? Será que ao lermos os
Evangelhos – este ano o Evangelho de Lucas – abrimos os ouvidos e deixamo-nos pôr em questão.

FELIZ DIA DA MULHER

sábado, 7 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Recomenda-se uma leitura.









Site: Simplesmente Briosa

Também foi muito bom ter amigos de Coimbra na Madeira.



Eu com a equipa que faz o Simplesmente Briosa
Pedro Tomás, Francisco Martinho e Gonçalo Cabral.
Por: Tomás Freitas

terça-feira, 3 de março de 2009

Nessa Quaresma, também é bom parar e pensar um pouco.

Mensagem para o tempo da Quaresma - 2009

O Tempo da Quaresma


















O que quer dizer Quaresma?

A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.

Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.

Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

Qual o significado destes 40 dias?

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?

A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.

Ainda é costume jejuar durante este tempo?

Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.

Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.

O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.

O que é a Campanha da Fraternidade?

O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.

A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.

Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.

Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.

Como começou a Campanha da Fraternidade?

Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.

Este projeto se tornou nacional no dia 26 de dezembro de 1963, com uma resolução do Concílio Vaticano II, a maior e mais importante reunião da igreja católica. O projeto realizou-se pela primeira vez na quaresma de 1964. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.

Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?

A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.

Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.

Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?

As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.

Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.

Depois, vem a celebração da Sexta-feira da Paixão, também conhecida como sexta-feira santa, que celebra a morte do Senhor, às 15 horas. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.

No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.