(Bem esta noite foi impossivel comprar árbitro)



Jaime Pacheco foi apresentado ao fim da tarde como novo técnico do Belenenses. «Tenho ambições, as mesmas de quando comecei. Quero ganhar! Não posso ficar por aqui...», afirmou o sucessor de Casemiro Mior.
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Foram muitos os adeptos do Belenenses que marcaram presença na apresentação do novo treinador. Jaime Pacheco chegou à sala de imprensa do Restelo de cachecol azul, depois de ter rubricado compromisso até final da época. «Acho que precisamos sempre de melhorar. Não posso viver à custa daquilo que é a minha história desportiva. Tenho ambições, as mesmas de quando comecei. Quero ganhar! Não posso ficar por aqui...», afirmou Jaime Pacheco, disposto a levar a nau azul a bom porto.
Pacheco terá como adjuntos Vítor Nóvoa e António Natal, além de Figueiredo e Nélson Santos, que pertencem aos quadros do Belenenses.
O sucessor de Casemiro Mior agendou a primeira sessão de trabalho para amanhã, às 10 horas, no Estádio do Restelo.
Com a devida vénia à BOLA

| O poder, a política, a República Portuguesa, o Palácio de Belém. Vários artistas foram convidados a conceber obras que falam destas questões e comemoram a implantação da República. Até 30 de Novembro no Palácio de Belém, em Lisboa. |
| Joana Vasconcelos, Julião Sarmento, Noé Sendas, Paulo Catrica, Pedro Calapez, Rita Sobral Campos, Rodrigo Oliveira e Susana Mendes Silva foram os artistas convidados pelo comissário Miguel Amado para conceber obras inéditas para esta exposição. Os vários trabalhos abordam, segundo o comissário, a "dimensão simbólica da instituição presidencial" e investigam problemáticas diversas como "a divulgação dos ideais republicanos, os registos alternativos à historiografia oficial, as tradições culturais da ditadura, a monumentalidade da arquitectura de Estado, os usos massificados da bandeira nacional, as mitologias associadas ao 25 de Abril de 1974, a glorificação da imagem dos Presidentes da República e a afinidade entre campo artístico e a esfera governamental." Os artistas escolheram também utilizar suportes muito diferentes - escultura, vídeo, pintura, fotografia e até uma performance que envolve um blogue e uma conversa por skype, um software de comunicação na internet. A peça "Uma História", de Susana Mendes Silva, convida os espectadores a marcarem previamente a sessão para, via skype, ouvirem a "história/peça" da artista. Esta é a segunda exposição de arte contemporânea a inaugurar no Palácio de Belém, dinamizada pela Presidência da República no âmbito da comemoração da implantação da República. |
Um campeão tem destas coisas: responde a tudo com futebol. E com classe. Este domingo, o F.C. Porto expôs as razões do seu sucesso. Misturou qualidade, superioridade e sofrimento. Derrotou o Sporting e somou três pontos. A liderança da liga, que tem sido repetidamente sua, está novamente nas mãos do Dragão. Mais palavras para quê? Estamos a falar do campeão. Do Tricampeão!
Tomás Costa provou logo aos quatro minutos. O F.C. Porto tinha vindo a jogo, tal como
Uma pressão alta, uma atitude positiva e um futebol escorreito, mesmo num relvado escorregadio e impróprio para esquemas complexos, valeu a vantagem ao F.C. Porto logo aos 18 minutos. Tomás Costa acreditou num lance em profundidade, ganhou a bola a Grimi e assistiu Raul Meireles. O desvio do médio encontrou Lisandro Lopez no coração da área e a frieza do melhor marcador da temporada passada fez o resto.
Golo, vantagem, justiça. Um raide de Rodriguez demonstraria que o F.C. Porto não se acanharia, mesmo que a igualdade chegasse «aos trambolhões», tal como chegou. Sem que o Sporting merecesse, num lance em que o árbitro entendeu marcar uma grande penalidade inexistente, a equipa da casa ganhou um alento injustificado.
Em três minutos, todavia, os adeptos do F.C. Porto teriam nova razão para explodir. Bruno Alves, na cobrança impecável de um livre directo, fez magia. Passava pouco da meia hora e estava feito o resultado. A melhor equipa estava uma vez mais por cima dos acontecimentos.
O sucesso podia ter sido ainda mais perfeito. O espectáculo ficou a dever mais um golo ao Dragão. Logo aos 52 minutos, Bruno Alves voltou a disparar para festejo, mas a trave devolveu o que parecia certo. Teria sido mais um instante inesquecível. O reforço da vantagem esbateria uma certa dualidade de critérios da arbitragem, que pouparia Derlei ao vermelho directo ainda antes de Rodriguez, numa transição «imagem de marca» do F.C. Porto, ter ficado a milímetros da euforia.
O relógio avançava e o Sporting tentava agora impulsionar o jogo. Mas o Dragão controlava. Com solidariedade e projecções acutilantes para os espaços vazios. Nuno, nas costas de uma defesa de betão, reforçava a segurança transmitida deste a metade inicial. Hulk e Mariano, de caras com o golo, não conseguiam dirigir a bola para onde mais desejavam. O desafio estava intenso, mas o azul e branco predominava. As emoções estavam fortes, mas o F.C. Porto permanecia sereno. A resposta estava dada.
FICHA DO JOGO
Estádio Alvalade XXI, em Lisboa
Árbitro: Lucílio Baptista (Setúbal)
Assistentes: Venâncio Tomé e Mário Dionísio
4º árbitro: Bruno Paixão
SPORTING: Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Grimi; Miguel Veloso, Rochemback, João Moutinho «cap.» e Djaló; Derlei e Hélder Postiga
Substituições: Grimi por Pereirinha (46m), Abel por Romagnoli (66m) e Hélder Postiga por Liedson (66m)
Não utilizados: Tiago, Daniel Carriço, Pedro Silva e Adrien
Treinador: Paulo Bento
F.C. PORTO: Nuno; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Fucile; Fernando, Lucho González «cap», Raul Meireles e Tomás Costa; Lisandro Lopez e Cristian Rodriguez
Substituições: Tomás Costa por Mariano Gonzalez (58m), Cristian Rodriguez por Hulk (73m) e Lucho González por Guarin (83m)
Não utilizados: Ventura, Pedro Emanuel, Lino e Pelé
Treinador:
Ao intervalo: 1-2
Marcadores: Lisandro Lopez (18m), João Moutinho (28m, g.p.) e Bruno Alves (31m)
Disciplina: Cartão amarelo a Lucho González (22m), Abel (32m), Pereirinha (51m), Tomás Costa (55m), Derlei (59m), Sapunaru (59m), Liedson (80m) e Lisandro Lopez (89m)
